O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou durante sua campanha um apartamento pertencente ao advogado Willer Tomaz, investigado pela Polícia Federal no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. A informação foi revelada pela revista Piauí e repercutida pela Folha de S.Paulo.
Localizado na Vila Nova Conceição, área nobre de São Paulo, o imóvel teria sido usado por Flávio para realizar reuniões e gravar vídeos. Entretanto, sua utilização não aparece na prestação de contas como despesa ou doação de campanha.
O apartamento também possui uma ligação com o caso do Banco Master. Antes de chegar às mãos da empresa de Willer Tomaz, ele pertenceu ao empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do banco.
Segundo a reportagem, Zettel comprou o imóvel por R$ 5,5 milhões e, aproximadamente dez meses depois, vendeu-o por R$ 3,5 milhões à empresa ligada ao advogado. Ou seja: uma redução de R$ 2 milhões no valor da negociação.
Willer Tomaz é amigo de Flávio Bolsonaro e foi alvo de uma operação da Polícia Federal que apura as fraudes do INSS. Os investigadores analisam dados extraídos do telefone celular do advogado, apreendido durante o cumprimento de mandados.
A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) acionou o Tribunal Superior Eleitoral para que seja investigado se o uso do imóvel deveria ter sido declarado pela campanha. Até a publicação da reportagem, a assessoria de Flávio Bolsonaro não havia explicado em quais condições o apartamento foi utilizado.
É importante registrar que a reportagem não apresenta provas de que Flávio Bolsonaro tenha participado das fraudes contra o INSS. O que está sendo questionado é sua proximidade com pessoas investigadas e a utilização, durante a campanha, de um imóvel que atravessa personagens envolvidos em dois grandes escândalos nacionais.
A história pode até ter começado dentro de um apartamento de luxo, mas agora saiu pela porta da frente e virou assunto para a Polícia Federal, a Justiça Eleitoral e toda a sociedade brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante solenidade no Palácio do Planalto – Pedro Ladeira – 4.set.26/Folhapress
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um reajuste de 15,04% nos valores pagos pelo Bolsa Família. Com a mudança, o benefício mínimo mensal passará dos atuais R$ 600 para R$ 691 por família.
Os novos valores começarão a ser pagos no dia 19 de outubro. Segundo o governo federal, o reajuste busca recompor as perdas provocadas pela inflação desde a reformulação do programa, ocorrida em março de 2023.
Além do piso garantido às famílias, os benefícios que complementam o Bolsa Família também serão atualizados. O Benefício de Renda de Cidadania passará para R$ 164 por integrante; o adicional destinado à primeira infância subirá para R$ 173; e o Benefício Variável Familiar chegará a R$ 58.
Na prática, o valor recebido poderá ser superior aos R$ 691, dependendo da quantidade de pessoas e da composição de cada família. Lares com crianças pequenas, gestantes e adolescentes, por exemplo, podem receber os adicionais previstos pelo programa.
Atualmente, o Bolsa Família atende aproximadamente 19,3 milhões de famílias brasileiras em situação de pobreza e extrema pobreza. O aumento representa um reforço importante no orçamento doméstico, especialmente num momento em que alimentação, gás de cozinha, medicamentos e outras despesas básicas pesam bastante no bolso.
De acordo com os dados divulgados, o reajuste terá custo estimado de R$ 5,8 bilhões ainda em 2026 e de R$ 22,7 bilhões ao longo de 2027.
Para milhões de famílias, não se trata apenas de números. É dinheiro que ajuda a colocar comida na mesa, comprar o material das crianças e enfrentar as necessidades do dia a dia com um pouco mais de dignidade.
Quem conheceu Valença há 20 anos e olha para o município hoje percebe facilmente a transformação. A cidade cresceu, ganhou novas ligações rodoviárias, recebeu grandes investimentos e passou a ocupar uma posição cada vez mais importante no desenvolvimento do Baixo Sul.
Antigamente, quando se falava em chegar a Valença, praticamente existia um único caminho principal: a estrada que liga o município ao entroncamento. Hoje, a realidade é bem diferente. Valença possui três importantes acessos rodoviários.
Além da ligação com o entroncamento, temos a estrada que conecta Valença a Taperoá, Nilo Peçanha e Ituberá, seguindo até o Travessão de Camamu, na BR-101. Também contamos com a rodovia que liga Valença a Nazaré, conhecida por muitos como Estrada de São Bernardo.
Essa última estrada já existia há mais de duas décadas, mas passou a receber mais atenção e conservação nos últimos 20 anos. Quem enfrentou aquele caminho no passado lembra muito bem: era buraco para todo lado, desconforto e preocupação durante a viagem. Hoje, apesar da necessidade permanente de manutenção, o deslocamento é muito mais tranquilo.
E os investimentos não pararam nas principais entradas da cidade. A estrada que liga Valença ao distrito do Orobó foi asfaltada, garantindo mais dignidade, segurança e desenvolvimento para as comunidades daquela região. A rodovia Valença–Guaibim também foi recuperada e recentemente recebeu novo recapeamento, ficando praticamente novinha.
Agora, outro projeto importante começa a ganhar forma: a ciclovia ligando Valença ao Guaibim. O Governo do Estado já solicitou os procedimentos para a licitação dessa obra, que será fundamental para ciclistas, atletas, trabalhadores e pessoas que simplesmente desejam fazer um passeio com mais segurança.
Já pensou sair de Valença de bicicleta e chegar ao Guaibim por uma ciclovia apropriada, contemplando a paisagem e sem disputar espaço com carros e caminhões? Será um avanço enorme para o esporte, o turismo e a qualidade de vida.
Mas a evolução de Valença não está somente nas estradas. O município vive um momento de grandes obras. O Hospital e Maternidade Regional Costa do Dendê representa um dos maiores investimentos da história recente da cidade e realizará um sonho antigo da população de toda a região.
Também estamos próximos da inauguração da UPA, ampliando a estrutura de atendimento à saúde e oferecendo mais segurança aos valencianos. Somam-se a isso as obras do Mercado do Peixe, do Shopping Popular e outros investimentos que transformaram Valença num verdadeiro canteiro de obras.
É preciso reconhecer: nenhum governo ajudou tanto Valença como nos últimos anos. A parceria entre o Governo do Estado e a atual administração municipal abriu portas e trouxe projetos que, durante muito tempo, ficaram somente na esperança do povo.
Valença ainda possui problemas? Claro que possui. Nenhuma cidade está pronta e acabada. Sempre haverá ruas para melhorar, bairros para cuidar e serviços para aperfeiçoar. Mas também não podemos fechar os olhos para aquilo que avançou.
A Valença de hoje possui mais acessos, melhores estradas, grandes obras estruturantes e novas perspectivas. Em 20 anos, o município mudou de tamanho, de importância e, principalmente, de cara.
O passado serve para fazermos a comparação. O presente mostra que estamos avançando. E o futuro, se essa união e esse ritmo de trabalho continuarem, promete uma Valença ainda mais forte, moderna e preparada para cuidar de sua gente.
Valença já teve diferentes prefeitos, cada um com seu estilo, suas prioridades, seus acertos e seus erros. Mas chegou a hora de o povo fazer um exercício simples: olhar para as últimas seis gestões e comparar com o que está acontecendo atualmente no município.
Não é preciso paixão política nem conversa de palanque. Basta observar as obras, os investimentos conquistados e a capacidade de articulação do atual prefeito Marcos Medrado.
A estrada que liga Valença ao distrito do Orobó, com quase 20 quilômetros de pavimentação, é uma reivindicação antiga da população rural. Marcos Medrado participou diretamente da articulação que ajudou a tirar esse projeto do papel, antes mesmo de chegar à Prefeitura.
O Hospital e Maternidade Regional Costa do Dendê, outro sonho de décadas, finalmente está sendo construído. Trata-se de uma obra gigantesca, capaz de transformar a assistência à saúde não apenas de Valença, mas de todo o Baixo Sul. Mais uma vez, a experiência política e a capacidade de abrir portas fizeram diferença.
Temos também o Mercado do Peixe. Quem conhecia aquele espaço alguns anos atrás lembra de uma estrutura deteriorada, praticamente abandonada e que já não oferecia segurança nem condições adequadas para trabalhadores e consumidores. Agora, está surgindo um mercado moderno, bonito e digno da importância econômica da atividade pesqueira de Valença.
Na antiga Feira Livre, onde funcionou um equipamento que nunca conseguiu cumprir plenamente sua finalidade, está começando outra grande transformação: o Shopping Popular. O investimento anunciado, superior a R$ 20 milhões, pretende reorganizar o comércio, oferecer melhores condições aos trabalhadores e modificar completamente uma área importante da cidade.
E não para por aí.
Valença recebeu uma quantidade expressiva de pavimentação. Ruas que passaram anos esperando por melhorias estão sendo recuperadas. Quem circula pela cidade percebe que muitos trechos estão ganhando outra aparência. Ainda existem problemas? Evidentemente que sim. Nenhuma cidade do tamanho de Valença muda por completo de uma hora para outra. Mas também não é justo fingir que nada está acontecendo.
A UPA de Valença, obra que atravessou anos de espera e paralisação, está em fase final e tem inauguração prevista para este período. A unidade já começou a receber equipamentos médicos e deverá representar um reforço importante para o atendimento de urgência e emergência.
Existe ainda o projeto de requalificação da Orla de Valença e a luta pela nova Orla do Guaibim. Nesta última, o investimento divulgado já aparece estimado entre R$ 23 milhões e R$ 26 milhões. Medrado foi a Salvador cobrar o andamento do projeto e a realização da licitação. Não ficou sentado esperando a obra cair do céu.
Agora façamos uma conta política — e não apenas financeira.
Uma estrada com quase 20 quilômetros seria suficiente para marcar uma administração. Um Hospital Regional seria a grande obra de qualquer prefeito. Um Shopping Popular de mais de R$ 20 milhões também poderia ser apresentado como o principal projeto de uma gestão. Uma UPA concluída depois de tantos anos seria outra realização histórica. O Mercado do Peixe, a pavimentação das ruas e as futuras orlas completam um pacote que poucos gestores conseguem reunir ao mesmo tempo.
Como isso está sendo possível?
A resposta passa pela experiência e pela articulação. Marcos Medrado conhece os caminhos da política, sabe onde buscar recursos e mantém diálogo com o governador Jerônimo Rodrigues, com o Governo Federal, com parlamentares e com outras lideranças.
Prefeito não realiza uma grande obra apenas assinando papel dentro do gabinete. Precisa conhecer a realidade da população, elaborar projetos, viajar, apresentar as necessidades do município, cobrar recursos e acompanhar cada etapa. É justamente nessa articulação que a experiência política de Medrado pesa.
As obras do Governo do Estado e do Governo Federal não podem ser atribuídas exclusivamente à Prefeitura. É preciso reconhecer corretamente a participação de cada ente público. Entretanto, também não se pode ignorar o papel de um prefeito capaz de apresentar demandas, estabelecer parcerias e fazer com que Valença seja incluída nos grandes investimentos.
Por isso, antes de afirmar que tudo está ruim, é preciso perguntar: como estaria Valença sem essas obras e sem essa articulação?
O povo deve fiscalizar, cobrar, apontar problemas e exigir resultados. Isso faz parte da democracia. Mas precisa também reconhecer aquilo que está diante dos seus olhos.
Compare os últimos seis prefeitos. Observe o volume de investimentos. Analise quantos projetos estruturantes estão caminhando simultaneamente. Depois, tire sua própria conclusão.
Valença ainda tem muitos problemas, mas uma coisa não pode ser apagada: há muito tempo a cidade não reunia tantas obras grandiosas acontecendo ou sendo encaminhadas ao mesmo tempo. E isso não é opinião. É algo que pode ser visto nas ruas, nos canteiros de obras e nos projetos anunciados.
Marcos Medrado demonstra que relacionamento político, experiência e capacidade de articulação não são detalhes. Quando colocados a serviço do município, podem virar estrada, hospital, mercado, UPA, pavimentação, shopping popular e desenvolvimento.
Agora é acompanhar, fiscalizar e cobrar para que tudo seja efetivamente concluído. Porque anúncio gera esperança, mas é a obra pronta que transforma a vida do povo.
Quando acompanhamos os vídeos e as fotografias das viagens de Rafa pela Bahia, percebemos a dimensão de sua caminhada. Ele vai de Campo Alegre de Lourdes, no norte do estado, até Mucuri, no extremo sul, aproximando-se das pessoas e construindo amizades por onde passa.
É admirável a integração que Rafa vem promovendo durante sua campanha. Aos poucos, nasce uma ligação forte e verdadeira entre ele e o povo baiano. Não parece uma aproximação fabricada apenas para o período eleitoral: Rafa conversa, abraça, escuta e deixa as portas abertas para retornar.
Sempre digo que Rafa é um político diferente. Ele possui uma facilidade impressionante para conquistar as pessoas. Recentemente, alguém que trabalha em sua campanha aqui em Valença — e cujo nome prefiro preservar — fez um comentário que resume muito bem essa realidade:
“Rapaz, como é bom trabalhar para Rafa! Não encontramos rejeição. Todo mundo fala bem dele.”
É muito bom saber que temos um político desse quilate, tratado com carinho e respeito em tantos lugares. Onde Rafa chega, as pessoas querem abraçá-lo, conhecê-lo e pedir que volte. Ele não visita apenas municípios: cria vínculos e faz amizades.
Que Deus permita que Rafa permaneça assim: um bom cidadão, um homem simples, acessível e gente boa. A Bahia precisa de representantes que gostem verdadeiramente do seu povo e façam um trabalho capaz de despertar orgulho.
Continue firme nessa luta, Rafa. A estrada é longa, a Bahia é imensa, mas quem caminha ao lado do povo nunca anda sozinho.
O Cineclube Valença completou dois anos de existência no último domingo (13/09), encerrando sua segunda temporada de exibições. Como já é tradição, a sessão foi seguida por um debate enriquecedor e pelo sorteio de prêmios para o público presente.
O projeto tem como propósito promover o diálogo, a reflexão e o pensamento crítico por meio da exibição mensal de obras selecionadas. As sessões ocorrem uma vez por mês no Cine Vitória, sob a curadoria de Alex Paixão Oliveira, Ed Persona e Rodrigo Santos.
O grande diferencial do Cineclube está na experiência pós-sessão, um espaço aberto onde os participantes interagem, trocam ideias e expressam suas percepções a partir do filme exibido. Mais do que exibir produções audiovisuais, a iniciativa busca fortalecer a formação cultural da cidade e permitir que o acesso ao cinema seja uma ferramenta de transformação social.
Sem fins lucrativos, sem patrocinadores e sem verbas públicas, o Cineclube Valença é mantido de forma totalmente independente, contando apenas com a colaboração e a generosidade de amigos parceiros que doam brindes para os sorteios e com a grande parceria de Antônio Claúdio do Cine Vitória garantindo assim a existência do projeto em Valença.
Essa trajetória de dois anos reafirma a força da cultura comunitária e o poder do cinema em unir e transformar pessoas.
O deputado federal Raimundo Costa segue ampliando sua presença nos municípios baianos e, desta vez, esteve em Igrapiúna, onde conversou com a população e destacou a importância de escolher representantes comprometidos com suas comunidades.
Durante seu discurso, Raimundo agradeceu a Deus pela oportunidade de retornar ao município e lembrou que o voto é uma ferramenta capaz de transformar a realidade de uma cidade.
“Vocês sabem da importância de elegerem os seus representantes. Há dez anos, fizeram esse exercício de escolha no município e hoje podem perceber o quanto essa decisão foi importante”, declarou o deputado.
Natural de Valença e atualmente no segundo mandato na Câmara Federal, Raimundo Costa representa não apenas sua terra natal, mas toda uma região que precisa continuar tendo voz, presença e força política em Brasília.
Sua reeleição será importante para Valença, Igrapiúna e todo o Baixo Sul. Quanto mais forte estiver um representante da nossa terra, maiores serão as possibilidades de buscar investimentos, defender projetos e abrir portas para beneficiar os municípios da região.
Raimundo Costa conhece as necessidades do nosso povo e carrega consigo a experiência acumulada ao longo de dois mandatos. Agora, percorre novamente a Bahia, dialogando com as comunidades e reforçando sua disposição para continuar trabalhando.
Para nossa região, sua permanência em Brasília não é apenas uma vitória pessoal ou eleitoral. É a oportunidade de manter um filho de Valença ocupando espaço e defendendo os interesses de toda a nossa gente. Afinal, quando um representante da terra cresce, a região inteira pode crescer junto.
A nova crise dentro do Supremo Tribunal Federal está sendo apresentada por alguns setores como se Alexandre de Moraes já tivesse sido apanhado cometendo algum crime. Calma lá! Até agora, existem questionamentos, mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e muitas acusações. Mas prova concreta de irregularidade praticada por Moraes ainda não apareceu.
Ninguém conhece, até este momento, o conteúdo completo das supostas respostas dadas pelo ministro a Vorcaro. Aliás, nem sequer está devidamente esclarecido se houve alguma resposta comprometedora. Portanto, não é correto montar a forca antes de realizar o julgamento.
André Mendonça apresentou um relatório da Polícia Federal e abriu caminho para uma investigação contra Moraes. O problema é que a movimentação acontece num ambiente carregado de interesses políticos. Mendonça foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro, justamente o líder do grupo político enfrentado duramente por Alexandre de Moraes nos últimos anos.
E isso não pode ser ignorado.
Moraes teve papel fundamental na defesa da democracia brasileira. Quando o país enfrentou ataques às urnas, ameaças às instituições, acampamentos diante de quartéis e até uma tentativa de golpe, ele não se escondeu atrás da toga. Assumiu a responsabilidade e enfrentou a confusão com pulso firme.
Pode-se concordar ou discordar de algumas decisões do ministro. Isso faz parte da democracia. Mas é difícil negar que, sem a firmeza de Alexandre de Moraes, o Brasil poderia ter mergulhado numa bagunça institucional ainda maior.
Por isso, a ofensiva comandada por André Mendonça precisa ser observada com muita atenção. Seria uma investigação realmente baseada em fatos ou uma tentativa de atingir justamente o ministro que mais enfrentou o bolsonarismo e seus ataques à democracia?
Moraes afirma que o relatório é uma “farsa” e uma vingança política pelas condenações relacionadas à trama golpista. Mendonça nega qualquer irregularidade em sua atuação. Agora cabe ao STF esclarecer tudo, com transparência e dentro da lei.
Se surgirem provas contra Moraes, que sejam apresentadas e analisadas. Ninguém está acima da lei, nem mesmo um ministro do Supremo. Mas, enquanto essas provas não aparecem, não podemos permitir que suspeitas sejam vendidas como condenação.
O bolsonarismo passou anos atacando Alexandre de Moraes porque encontrou nele uma barreira. Agora, vê-se novamente o ministro no centro de uma ofensiva, desta vez iniciada dentro do próprio Supremo.
Investigar é legítimo. O que não pode é transformar investigação em instrumento de vingança política. Antes de apontar o dedo para Moraes, Mendonça e seus apoiadores precisam colocar as provas sobre a mesa. Porque acusação sem prova é apenas acusação — e democracia também significa respeitar o direito de defesa de quem ajudou a defendê-la.
Showwwww
Parabéns pela matéria e reforço seu comentário com relação a oposição ao Governo Estadual, lembrando que na eleição passada em…
Os paredões estão perfeitos.
Estão ótimos mesmo os paredões. Mais uma vez.
Nada diferente do de Brasilia. Só o reflexo e não vê, somente quem tapa os olhos.
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