Cadê os craques? O Brasil perdeu muito mais do que um jogo

Quem sofreu com a eliminação do Brasil ontem (5) talvez esteja preso à lembrança de um futebol que já não existe mais. A verdade é que essa Seleção não tinha craques. Tinha jogadores dedicados, profissionais competentes, como Vini Jr., Matheus Cunha e Alisson, mas nenhum deles consegue carregar o peso da tradição que a camisa amarela sempre representou. Quanto a Endrick e Neymar, prefiro nem comentar. Ainda não entendi qual foi, de fato, a contribuição deles.

Sou de uma geração privilegiada. Vi o Brasil levantar a Copa do Mundo três vezes. Naquela época, o Mundial era um acontecimento que parava o país. Era quando surgiam novos ídolos, novos gênios da bola. A lista é tão grande que seria injusto citar apenas alguns.

O mais impressionante era a renovação. Quando Pelé, Tostão, Rivelino, Jairzinho, Gérson e Carlos Alberto Torres deixavam espaço, logo apareciam nomes como Sócrates, Paulo Roberto Falcão, Toninho Cerezo e tantos outros. O Brasil parecia uma fábrica de craques.

Hoje o cenário é outro. A decadência do nosso futebol não aparece apenas dentro das quatro linhas. Ela também fica evidente quando precisamos buscar técnicos estrangeiros para comandar a Seleção. Isso mostra que já não somos aquela referência mundial que exportava talento em todas as áreas do futebol.

O problema não é apenas quem está no banco de reservas. Poderia ser Carlo Ancelotti, poderia ser um treinador de Valença ou de qualquer cidade do Brasil. O resultado dificilmente seria diferente. Falta algo muito mais importante: jogadores capazes de decidir partidas e, principalmente, atletas que entendam o tamanho da responsabilidade de vestir a camisa da Seleção.

Muitos já conquistaram fama, dinheiro e prestígio antes mesmo de chegar ao time nacional. Em alguns casos, parece que vestir a amarelinha virou mais uma vitrine para fortalecer a própria imagem do que um motivo de orgulho. Antigamente, jogar pela Seleção era um sonho. Hoje, para alguns, parece apenas mais um compromisso na agenda.

Se quisermos voltar ao topo, talvez seja hora de aprender uma lição com seleções menores, como Cabo Verde. Sem estrelas internacionais, eles entram em campo com raça, humildade e espírito coletivo. Mesmo quando são eliminados, voltam para casa e são recebidos como heróis, porque entregaram tudo o que tinham.

É esse espírito que faz falta ao Brasil. Perder faz parte do futebol. O que não combina com a nossa história é perder sem alma, sem entrega e ainda protagonizar provocações ou atitudes desnecessárias.

A camisa da Seleção Brasileira já foi sinônimo de respeito. Para voltar a ser a maior do mundo, talvez seja preciso resgatar justamente aquilo que nunca deveria ter sido perdido: humildade, compromisso e amor pelo futebol.

Enquanto tentam desgastar Medrado, as obras falam mais alto

Com alta popularidade Medrado é abraçado pelo povo no 2 de Julho

Tem gente que acorda, almoça e dorme tentando encontrar um defeito na administração do prefeito Marcos Medrado. É um direito da oposição. Afinal, criticar faz parte da democracia. O problema é quando a tentativa de desgastar um governo passa a ocupar mais espaço do que a própria realidade vivida pela população.

Enquanto alguns insistem em procurar argumentos para diminuir os feitos da atual gestão, Valença continua recebendo obras, investimentos e projetos que mudam a paisagem da cidade e renovam a esperança de quem esperou por tantos anos para ver o município voltar a crescer.

Não é por acaso que a popularidade de Medrado continua em alta. Ela não nasceu da propaganda, mas da percepção de boa parte da população de que a cidade voltou a andar. Basta percorrer os bairros, conversar com comerciantes, moradores e trabalhadores para perceber que existe um sentimento de confiança que dificilmente se constrói apenas com discurso.

Talvez seja justamente isso que incomode alguns adversários. Quanto mais obras aparecem, mais difícil fica convencer a população de que nada está acontecendo. E quando uma crítica surge nas redes sociais, o que mais chama atenção é que são os próprios cidadãos que entram na conversa para defender o prefeito. Não é preciso convocar militância. A defesa acontece de forma espontânea, porque muita gente acredita que Valença vive um novo momento.

E esse reconhecimento não fica restrito ao município. O Hospital e Maternidade Regional da Costa do Dendê é um exemplo claro de uma conquista que ultrapassa os limites de Valença. Trata-se de um investimento que beneficiará milhares de pessoas de toda a região, fortalecendo a saúde pública e colocando o município em um novo patamar.

É natural que existam opiniões contrárias. A política vive do debate, e isso faz parte do jogo democrático. O que não parece funcionar é a estratégia de tentar apagar as realizações para manter apenas o discurso da crítica. Obras são concretas. Ficam de pé. Melhoram a vida das pessoas. E, diante delas, qualquer narrativa precisa disputar espaço com a realidade.

No fim das contas, a população costuma fazer uma pergunta muito simples: “O que foi feito pela cidade?” E essa é uma pergunta que será respondida não pelas redes sociais, nem pelos discursos inflamados da oposição, mas pelas ruas asfaltadas, pelos equipamentos públicos, pelos investimentos e pelas transformações que permanecerão muito depois que o calor da disputa política passar.

Acho que esse texto transmite uma mensagem mais firme, mas sem atacar pessoas específicas e sem fazer afirmações categóricas que não possam ser comprovadas. Isso tende a dar mais credibilidade ao editorial e reforça a ideia de que o foco do debate deve estar nas realizações da gestão.

Sex shop voltado ao público evangélico aposta em produtos para casais e respeito aos princípios cristãos

Um segmento que até pouco tempo parecia improvável começa a ganhar espaço no mercado brasileiro: o de lojas de produtos íntimos voltadas exclusivamente ao público evangélico.

A proposta dessas empresas é oferecer itens destinados à intimidade de casais casados, conciliando a vida sexual com os valores defendidos por diferentes denominações cristãs.

Em vez de apostar em uma abordagem considerada mais ousada, essas lojas apresentam um ambiente discreto e afirmam selecionar apenas produtos que estejam alinhados com sua interpretação dos princípios bíblicos sobre o casamento.

Segundo reportagem publicada pela Folha de S.Paulo, uma das empreendedoras do setor afirma que a ideia surgiu após perceber que muitos casais cristãos tinham dúvidas sobre sexualidade dentro do casamento, mas encontravam dificuldade para tratar do assunto sem constrangimento.

O objetivo, segundo ela, é incentivar o fortalecimento da vida conjugal, descartando produtos que, na visão da empresa, estimulem práticas incompatíveis com os valores religiosos adotados pelo negócio.

O crescimento desse tipo de empreendimento acompanha a expansão do chamado mercado gospel no Brasil, que vem diversificando sua atuação em diversos segmentos da economia.

Nesse contexto, empresários têm buscado atender demandas específicas do público evangélico, oferecendo produtos e serviços adaptados às suas convicções e estilo de vida.

Articulação de Rafa de Hildécio junto ao Governo do Estado garante novo sistema de abastecimento de água para comunidades de PTN

Mais um importante investimento chega a Presidente Tancredo Neves para transformar a vida de centenas de famílias. Graças à articulação de Rafa de Hildécio junto ao Governo do Estado, foi firmado o convênio para a implantação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água que beneficiará as comunidades do Baixão, Chorão, Fazendinha e Gendiba.

A obra representa um investimento superior a R$ 700 mil e levará cerca de 40 quilômetros de tubulações, garantindo acesso à água para aproximadamente 500 famílias que há muito tempo aguardavam por essa conquista.

A iniciativa nasceu de uma solicitação do vereador Nal do Baixão e do prefeito Quinha, que buscaram o apoio de Rafa para intermediar a demanda junto ao Governo do Estado. A partir dessa articulação, Rafa levou o pleito ao secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, que, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, viabilizou mais esse importante investimento para o município.

“Água é dignidade, saúde e qualidade de vida. Fico muito feliz em contribuir para que esse sonho se torne realidade para tantas famílias de Presidente Tancredo Neves. Esse resultado mostra a força do diálogo, da parceria e do compromisso com quem mais precisa”, destacou Rafa.

Rafa também agradeceu ao governador Jerônimo Rodrigues pela sensibilidade em atender mais essa demanda do Baixo Sul e ao secretário Adolpho Loyola pela atenção dedicada ao município, reforçando o compromisso do Governo do Estado em ampliar os investimentos que melhoram a vida da população.

Com mais essa conquista, Presidente Tancredo Neves avança na ampliação do acesso à água, levando mais dignidade, desenvolvimento e qualidade de vida para centenas de famílias da zona rural.

Quando a crítica troca os fatos pelos rótulos

Na política, poucas palavras são tão pesadas quanto chamar alguém de mentiroso. E essa acusação não deveria ser feita apenas porque alguém não gosta de um prefeito, de um governador ou de um presidente.

Nos últimos meses, alguns adversários políticos passaram a chamar o prefeito Marcos Medrado de mentiroso. Mas fica uma pergunta bem simples: se ele estivesse mentindo, como explicar a quantidade de obras acontecendo ao mesmo tempo em Valença?

Quem anda pela cidade vê ruas sendo recuperadas, escolas recebendo investimentos, unidades de saúde sendo reformadas, novos projetos saindo do papel e investimentos chegando em diversas áreas. Isso não é discurso. Isso pode ser visto por qualquer cidadão.

É claro que nem tudo acontece na velocidade que o povo deseja. Existem obras que dependem de recursos, licitações e parcerias com os governos estadual e federal. Isso faz parte da administração pública.

Outra coisa é transformar qualquer anúncio em mentira apenas porque a obra ainda está em andamento ou porque algumas divergências políticas e pessoais acabam falando mais alto que os fatos.

Quem administra uma cidade precisa anunciar projetos, buscar recursos e acompanhar cada etapa até a conclusão. Isso acontece em qualquer prefeitura do Brasil.

Quem faz política sabe que toda obra está sujeita a atrasos e dificuldades. O que não é justo é chamar de mentira aquilo que está sendo executado e pode ser acompanhado pela própria população.

O debate político é saudável. Criticar também faz parte da democracia. Mas a crítica ganha mais força quando é baseada em fatos, e não em adjetivos.

Se alguém acredita que uma informação divulgada pelo prefeito não corresponde à realidade, basta apresentar documentos, números ou provas.

Agora, repetir diariamente que ele é mentiroso sem demonstrar onde está a mentira acaba empobrecendo o debate e desviando a atenção do que realmente interessa: os resultados para a população.

No fim das contas, quem dará a resposta definitiva não serão os discursos nem as redes sociais. Será o cidadão, observando o que foi entregue, o que ainda está sendo feito e, principalmente, decidindo nas urnas se aprova ou não o trabalho da atual gestão.

Rafa de Hildecio mostra que herdou a política do pai, mas faz do seu jeito e conquista até antigos adversários

Se teve uma cena que chamou atenção no desfile do Dois de Julho, em Valença, foi a presença do pré-candidato a deputado estadual Rafa de Hildécio.

Filho do prefeito de Cairu, Hildécio Meireles, Rafa apareceu caminhando ao lado de Fernando Brito, justamente um dos maiores adversários políticos de seu pai nos últimos anos.

E isso tem um significado. Fernando já foi aliado de Hildécio, depois rompeu, venceu uma eleição sem o apoio dele e voltou a enfrentá-lo nas urnas.

Agora, a política dá mais uma de suas voltas e o ex-adversário surge ao lado de Rafa, mostrando que o jovem pré-candidato tem conseguido abrir diálogo e conquistar respeito até entre quem já esteve do outro lado.

Durante todo o cortejo, Rafa caminhou pelas ruas cercado por centenas de pessoas, distribuindo cumprimentos, abraços e conversando com amigos, lideranças e apoiadores. Por onde passava, era recebido com entusiasmo.

Quem conhece a história política de Cairu e da região sabe da força que Hildécio sempre teve nas urnas. Quando se elegeu deputado estadual, fez uma votação expressiva em Valença, deixando sua marca na política regional.

Agora, Rafa começa a escrever sua própria história. Herdou do pai a habilidade para fazer política, mas imprime um estilo diferente: mais leve, conciliador e com facilidade para conversar com todos.

Pelo que se vê nas ruas, ele parece disposto a provar que, na política, diálogo e respeito também conquistam espaço.

Valença celebra um Dois de Julho histórico com praça lotada, civismo e valorização da Independência da Bahia

Um Dois de Julho como há muito tempo não se via em Valença. A celebração da Independência da Bahia reuniu uma multidão na praça e marcou um verdadeiro resgate da história, despertando em crianças, jovens e adultos o interesse por uma das datas mais importantes do povo baiano.

A programação foi marcada por um belo desfile cívico, com a participação de escolas, do Tiro de Guerra, da Guarda Municipal, da Filarmônica, de fanfarras, do tradicional Carro do Caboclo e de servidores municipais, que deram um brilho especial à festa e reforçaram o sentimento de patriotismo e identidade baiana.

Para o prefeito Marcos Medrado, ver a praça completamente tomada pela população representa muito mais do que o sucesso de um evento. É a demonstração de que o povo voltou a prestigiar as comemorações cívicas e de que o trabalho desenvolvido pela administração municipal tem recebido o reconhecimento da comunidade.

Ao lado de representantes dos governos estadual e federal, Medrado participou do hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Valença. A cerimônia, embalada pela execução dos hinos, emocionou o público e deu ainda mais significado à celebração.

Quem também chamou atenção durante o evento foi a primeira-dama, Cris Medrado. Bastante procurada pela população, ela atendeu com simpatia aos inúmeros pedidos de selfies e fotografias, demonstrando o carinho e a receptividade que conquistou entre os valencianos.

Quando o verdadeiro forró vale menos que o modismo, alguma coisa está fora do compasso

O caso de Surubim, no Agreste de Pernambuco, mostra bem a inversão de valores que tomou conta das festas juninas. Enquanto artistas como Flávio José precisam enfrentar questionamentos e pressões para reduzir seus cachês, grandes nomes do sertanejo continuam sendo contratados por cifras milionárias para tocar justamente em festas que nasceram do forró.

Agora veio mais um episódio que merece reflexão. Gusttavo Lima cancelou pela segunda vez um show em Surubim, alegando estar de caganeira, depois de já ter recebido antecipadamente um cachê milionário, o que provocou a revolta do prefeito e de milhares de pessoas que esperavam pela apresentação. O cantor afirmou que sofreu uma intoxicação alimentar e pediu desculpas ao público.

A questão aqui não é condenar quem adoece. Qualquer artista pode passar por um problema de saúde. O ponto é outro: por que tantas prefeituras insistem em gastar fortunas com atrações que sequer fazem parte da essência do São João, enquanto tratam os verdadeiros forrozeiros como se fossem artistas de segunda categoria?

Flávio José, assim como tantos outros mestres do forró, construiu sua carreira levando a sanfona e a cultura nordestina para todo o Brasil. Não é comum vê-lo envolvido em cancelamentos de última hora ou em polêmicas por descumprimento de contratos. São profissionais que respeitam o público e carregam nas costas a tradição das festas juninas.

É difícil compreender que o Ministério Público seja tão rigoroso ao discutir o cachê de um ícone do forró, enquanto cachês milionários de artistas que nem representam a cultura junina continuam sendo pagos por diversas prefeituras.

Está na hora de inverter essa lógica. O São João precisa voltar a valorizar quem sempre esteve ao seu lado. Se existe uma festa que deve prestigiar seus verdadeiros representantes, essa festa é o São João. O resto pode fazer sucesso o ano inteiro. Mas, em junho, quem deveria ocupar o centro do palco são aqueles que ajudaram a construir essa tradição.