Quem olha a foto do governador Jerônimo Rodrigues todo sorridente ao lado da prefeita de Nilo Peçanha, Jacqueline Soares, até pensa que ali existe uma velha parceria, daquelas de pedir voto de porta em porta.
Mas não existe.
Jacqueline não votou em Jerônimo. E o pai dela, o ex-prefeito Antonio Galdino, fez questão de deixar isso cristalino num evento do governador aqui em Valença. Disse que estava ali “só para dar uma olhadinha”. Tradução livre: presença protocolar, coração distante.
Galdino nunca foi exatamente fã da esquerda. Pelo contrário. Sempre torceu o nariz, mas curiosamente nunca largou a barra da saia quando era conveniente.
Crítica na fala, dependência na prática. E observem um detalhe curioso: dificilmente aparece nos eventos oficiais da prefeitura de Nilo.
Jerônimo, lá atrás, soltou aquela frase que virou quase um selo de fidelidade: quem comeu sal e suor com ele teria tudo. Quem não comeu, melhor nem se aproximar.
Pois bem.
Na posse do governador e dos secretários, Jacqueline estava lá, alinhada, produzida, sorriso ensaiado. Política é teatro e ela sabe escolher o figurino. Só que sal e suor não se compra em loja de festa. Se vive na trincheira.
Quem realmente comeu sal e suor com Jerônimo foi o ex-prefeito Carlos Azevedo, que esteve na caminhada quando o caminho ainda era pedregoso.
Agora fica a pergunta que ecoa nos corredores da política do Baixo Sul: será que Jacqueline vai realmente caminhar com Jerônimo, ter fôlego para engolir o suor que não derramou? Política aceita fotografia, mas cobra coerência.
E daqui pra frente vai ser assim: o pai, Galdino, circulando nos movimentos de ACM Neto, enquanto a filha ensaia apoio a Jerônimo, de araque.
O Tapete Negro que Muda Destinos: O Asfalto que Transforma Valença
Valença vive um novo tempo. E quando se fala em asfaltamento, um nome tem peso e história nessa caminhada: o do deputado federal Sérgio Brito, ex-secretário de Infraestrutura do Governo da Bahia, que sempre esteve ao lado do prefeito Marcos Medrado, inclusive antes mesmo de ele assumir a prefeitura.
O resultado está nas ruas. Literalmente.
O asfalto que avança pela cidade não é apenas uma camada escura cobrindo o chão. É mobilidade, é dignidade, é desenvolvimento.
Rua asfaltada significa menos poeira nas casas, menos lama nos dias de chuva, menos prejuízo para motoristas, mais segurança para pedestres e ciclistas.
Significa ambulância chegando mais rápido, comércio valorizado, imóveis que ganham preço e bairros que passam a ser vistos com outros olhos.
Uma cidade asfaltada respira progresso.
Hoje, Valença já conta com diversas vias pavimentadas e outras tantas prontas para receber o chamado “tapete negro”, que além de funcional, embeleza e organiza o espaço urbano.
O que antes era buraco vira passagem. O que era dificuldade vira acesso. E acesso é oportunidade.
Sérgio Brito tem atuado sem holofote, sem espetáculo. Trabalha nos bastidores, articulando, viabilizando, garantindo que os recursos cheguem. Não é do tipo que faz barulho para aparecer. Mas a cidade sente os efeitos. E o povo percebe.
E quando o povo percebe, reconhece.
O asfaltamento não é apenas obra física. É símbolo de uma gestão que quer ver Valença mais estruturada, mais competitiva, mais preparada para crescer.
Porque estrada boa não leva só carros. Leva sonhos, negócios, investimentos e qualidade de vida.
Valença está mudando. E o barulho que se ouve nas ruas não é só o da máquina trabalhando. É o som do progresso passando.
Quem passa pela Ladeira Grande do Gereba já percebe: o cenário mudou. A via está recebendo pavimentação asfáltica, trazendo mais mobilidade, segurança e dignidade para quem mora e circula pela região.
É aquele som inconfundível que anima a cidade inteira, o barulho de obra acontecendo, de trabalho sério, de cuidado com as pessoas.
Acompanhando tudo de perto, a gestão reforça que esse não é um caso isolado. Basta dar uma volta pela cidade, pela zona rural ou pelos distritos para ver o mesmo roteiro se repetindo: obra acontecendo, progresso chegando e a transformação sendo construída dia após dia.
“PISEI, TEM OBRA”.
Onde antes havia abandono, agora tem máquina, planejamento e resultado, diz Medrado pisando e dizendo: “pisei, tem obra”, com a certeza de que tudo está indo bem.
Em Serra Grande, os avanços também são visíveis. A Praça São Benedito está em fase final de obras e já desponta como um importante investimento que vai devolver à comunidade um espaço de convivência, lazer e encontros.
Um equipamento pensado para mudar a rotina dos moradores e fortalecer a vida comunitária.
E não para por aí. Em Serra Grande, a Unidade de Saúde já foi reinaugurada, o asfalto segue a todo vapor e, muito em breve, a nova praça será entregue à população, completando um pacote de ações que unem infraestrutura, saúde e qualidade de vida.
Valença vive um novo momento. Uma cidade que se movimenta, que faz o que antes ninguém fez e que coloca o trabalho acima do discurso.
Quando esse rapaz me provocava nas redes, tentando me tirar do sério, eu sempre deixava passar. No fundo, eu sabia: estava diante de um talento bruto, desses que ainda vão crescer e, lá na frente, olhar para trás e reconhecer os próprios tropeços.
Pois bem. Ele não apenas cresceu como me surpreendeu. Falo de Manoel Soares, jovem, nem trintou ainda, mas já demonstra ir muito além do que muita gente imaginava. Recebo com alegria a notícia da sua promoção a Gerente de Negócios Pleno na Cielo.
Sempre disse: Manoel vai longe. Trabalhou como um modesto funcionário da prefeitura quando, pela competência que tem, poderia estar em cargo bem maior. Mas, na política, nem sempre o que conta é capacidade. Muitas vezes pesa mais o status, a vitrine social, a conveniência estética de uma gestão que quer agradar à elite.
Manoel não virou secretário. Em vez disso, percebeu que estava no lugar errado. Um ambiente que não enxergava seu talento e, por isso, lhe oferecia mais frustração do que oportunidade. Mesmo sabendo do que ele era capaz, não abriram espaço.
Agora o cenário mudou. Manoel saiu da prefeitura e foi para onde mérito conta. Está numa empresa privada que reconhece talento e sabe transformá-lo em crescimento.
Parabéns, Manoel.
Parabéns à Cielo, por enxergar e valorizar quem tem conteúdo, visão e futuro.
Santa Casa de Misericórdia de Valença esclarece sobre repasses do Piso de Enfermagem e atrasos nos pagamentos em 2026
A Santa Casa de Misericórdia de Valença vem a público prestar esclarecimentos sobre o repasse do Piso de Enfermagem e os atrasos pontuais nos pagamentos ocorridos neste início de 2026.
A instituição reconhece o impacto que atrasos financeiros causam na vida dos profissionais de enfermagem e demais colaboradores, e reforça que a situação também tem gerado preocupação à gestão, que tem atuado de forma permanente para regularizar os fluxos de pagamento.
No que se refere especificamente ao Piso de Enfermagem, a Santa Casa informa que recebeu apenas os valores correspondentes ao mês de novembro de 2025 e ao 13º do Piso de Enfermagem de 2025. Os repasses referentes aos meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026 ainda não foram realizados pelo ente financiador, informação que pode ser verificada no Portal da Transparência.
Mesmo diante desse cenário, a instituição informa que os valores referentes ao Piso de Enfermagem do mês de novembro de 2025 e ao 13º do Piso de Enfermagem de 2025 serão pagos na próxima quarta-feira, sem falta.
Quanto aos salários dos colaboradores, a Santa Casa esclarece que não foi possível realizar o pagamento até o quinto dia útil em razão de não ter recebido, até o momento, nenhum repasse da SESAB no ano de 2026. Importante destacar que essa situação não atingiu apenas a Santa Casa de Valença, mas todos os hospitais filantrópicos da Bahia, sendo um cenário comum a essas instituições neste início de exercício financeiro.
A ausência de repasses inviabiliza temporariamente a realização de pagamentos por parte da unidade, que é dependente dos recursos do SUS para honrar seus compromissos. Há previsão de que a SESAB realize pagamentos na próxima terça-feira e, caso isso se concretize, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira, possibilitando a imediata regularização dos pagamentos pendentes.
A Santa Casa ressalta que esse cenário é recorrente no início de cada ano, em função da abertura do orçamento da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), o que pode ocasionar atrasos temporários nos repasses. A expectativa é de normalização do fluxo financeiro a partir do próximo mês.
Ainda assim, mesmo sem ter recebido qualquer pagamento do SUS em 2026 até o momento, a instituição conseguiu manter a regularidade dos estoques, sem registro de falta de medicamentos ou materiais, assegurando a continuidade e a segurança da assistência prestada à população.
A gestão reforça seu histórico de responsabilidade, lembrando que em 2025 não houve episódios de atraso salarial e que, naquele ano, o pagamento do 13º salário foi realizado de forma antecipada. Para 2026, o compromisso é manter o mesmo padrão de regularidade e transparência.
Por fim, a Santa Casa de Misericórdia de Valença destaca que tentativas de criar instabilidade ou disseminar informações distorcidas não contribuem para a solução do problema, que decorre exclusivamente da ausência temporária de recursos. A instituição segue atuando diariamente junto aos órgãos competentes para a regularização dos repasses e reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito aos profissionais e à população atendida.
Circula nas redes sociais de Valença um texto apócrifo, sem assinatura, sem autoria identificada e sem qualquer responsabilidade jornalística, tentando lançar uma nuvem de suspeita sobre a Santa Casa de Misericórdia de Valença.
Um daqueles escritos que aparecem do nada, não assumem rosto, não apresentam provas documentais e, ainda assim, pedem compartilhamento em massa como se fossem portadores de alguma “verdade revelada”.
Esse tipo de material, justamente por não ser assinado e não indicar quem assume o que está sendo dito, não merece crédito nem ampla divulgação.
Texto sem pai e sem mãe costuma ter um objetivo claro: confundir, assustar trabalhadores e tentar desgastar instituições que prestam serviços essenciais à população.
O conteúdo espalhado fala em “sequestro de repasses”, atrasos salariais, denúncias genéricas de assédio, ameaças, suposta “operação política” dentro da unidade e até insinuações de que o caso poderia ganhar repercussão nacional.
Tudo isso sem apresentar documentos, datas comprovadas, nomes ou qualquer elemento mínimo de checagem. É um amontoado de acusações graves jogadas ao vento, típico de quem prefere o barulho à responsabilidade.
Diferente desse texto que corre solto nas redes, a Santa Casa de Misericórdia de Valença se posicionou oficialmente por meio de uma Nota à Imprensa, clara, objetiva e verificável. E é aí que mora a diferença entre boato e informação.
Na nota, a instituição reconhece os impactos que atrasos causam na vida dos profissionais, mas explica, com dados públicos e passíveis de consulta no Portal da Transparência, que os repasses do Piso de Enfermagem referentes a dezembro de 2025 e janeiro de 2026 ainda não foram realizados pelo ente financiador.
Informa, inclusive, que os valores já recebidos, referentes a novembro de 2025 e ao 13º do Piso, serão pagos na próxima quarta-feira.
Sobre os salários, a Santa Casa esclarece que não recebeu nenhum repasse da SESAB em 2026 até o momento, situação que atinge todos os hospitais filantrópicos da Bahia neste início de exercício financeiro.
Ou seja, não se trata de um problema isolado, muito menos de má-fé da gestão local, mas de um gargalo recorrente no começo do ano, ligado à abertura orçamentária do Estado.
A nota ainda destaca que, mesmo sem recursos do SUS neste início de ano, não houve falta de medicamentos ou materiais, garantindo a continuidade do atendimento à população.
Lembra também que em 2025 não houve atrasos salariais e que o 13º salário foi pago de forma antecipada, o que desmonta a narrativa de caos permanente que o texto anônimo tenta vender.
Enquanto o escrito que circula nas redes aposta no medo, na insinuação e no ataque sem rosto, a Santa Casa apresenta informações, prazos, contexto e histórico. Isso se chama credibilidade. Isso se chama responsabilidade institucional.
Em tempos de redes sociais aceleradas, é preciso separar crítica legítima de boato mal-intencionado.
Questionar é saudável. Espalhar texto anônimo, carregado de acusações graves, sem checagem e sem autoria, não é denúncia: é desserviço.
Recebi um vídeo em que Osmar Prado e Patrícia Pillar, interpretando o Barão de Aruana e Dona Cândida, falam sobre políticos corruptos no Brasil. Digo, sem rodeios, que em nosso país os políticos sempre pensaram nos próprios umbigos e nos umbigos de seus correligionários. Esse cenário político se repete desde 1500, quando o Brasil foi descoberto.
Durante mais de 500 anos fomos governados por esse tipo de gente, em sua maioria ligada à direita, que nada fez para melhorar a vida das pessoas mais humildes. Os benefícios reais para a população pobre só começaram a surgir após a Constituição de 1988, a chamada Constituição Cidadã.
Lembro-me de que, em 1976, na terceira maior cidade do interior da Bahia, Vitória da Conquista, existiam apenas dois colégios de segundo grau, sendo um deles particular. Isso fez com que milhares de conquistenses, além de estudantes de cidades vizinhas, ficassem sem estudar por falta de vagas.
Naquela época, alunos egressos do primário precisavam se submeter a uma espécie de “vestibular”, a chamada “admissão”. Os que conseguiam passar continuavam os estudos; os que não conseguiam eram obrigados a enfrentar subempregos ou tentar novamente no ano seguinte.
Hoje, depois que a esquerda chegou ao Poder Central, muita coisa tem melhorado para aqueles que nunca foram beneficiados ao longo dos 526 anos de existência do Brasil. Infelizmente, muitos estados e municípios ainda são governados por políticos da direita, e pouco ou nada mudou durante a hegemonia desses grupos dominantes.
Essa também foi, por muito tempo, a realidade do nosso município, governado durante décadas pela direita, que pouco fez pela população. Educação, saúde, moradia, empregos e outros benefícios sociais só estão chegando agora por meio do governo Central e/ou Estadual, já que os governantes de outrora, na União, nos estados e nos municípios, faziam política apenas para si e para seus correligionários.
Valença mudou. Foi eleito um prefeito que outrora jogava no time da direita. Marcos Medrado foi correligionário de ACM como vereador, vice-prefeito de Salvador, deputado estadual e federal por legendas da direita, e hoje se relaciona politicamente com a esquerda.
Mas o que esperar do senhor Marcos Medrado? Melhorias na estrutura da cidade, com pavimentação asfáltica de ruas e estradas vicinais? Evidente que essas ações são importantes, sobretudo porque os governos anteriores pouco fizeram. Porém, a pergunta que não quer calar diz respeito à situação dos postos de saúde, das escolas de primeiro e segundo graus, da geração de empregos, da moradia e das demais ações sociais.
As notícias que circulam no município são desastrosas quanto ao estado de postos de saúde e escolas, se observarmos esses aspectos com atenção.
E o povo, está satisfeito? Sim, o povo está satisfeito. Ainda que as obras tenham também como pano de fundo as eleições de 2026, a população aplaude as vias asfaltadas, que dão outra visão da cidade tanto para quem mora aqui quanto para quem nos visita.
A bem da verdade, são apenas dois anos de mandato de Marcos Medrado, e nesse período fez-se mais do que o realizado por todos os seus antecessores juntos.
O que se deve esperar nos próximos anos são melhorias efetivas na educação, na saúde, na moradia, no desenvolvimento do turismo para geração de renda, na implantação de um polo industrial e, assim, acabar de vez com o domínio hegemônico da direita que manteve Valença estagnada por tantos anos.
Sim, senhoras e senhores, Valença já balança. Dá seus primeiros passos rumo à mudança e a um novo paradigma: sair do provincianismo mantido pela direita por mais de 150 anos e iniciar uma nova fase, progressista.
Mudanças são necessárias para o progresso, mas é fundamental que haja harmonia social. Para que isso ocorra, educação, saúde e bem-estar da população precisam acompanhar essas transformações.
Vêm aí eleições para os executivos e legislativos estaduais e federais, além de senadores e deputados. É preciso que todos façamos uma reflexão: nesses 526 anos de história, dos quais cerca de 25 foram governados pela esquerda e mais de 500 pela direita, em qual período houve mais melhorias para as pessoas menos favorecidas?
Cabe a cada cidadão e a cada cidadã definir o que deseja para si e para os seus semelhantes.
Segundo Medrado, não foi discurso comum. Foi algo diferente, profundo, marcante. Fui conferir. E confirmei: o que Medrado disse era a mais pura verdade. Diante da força daquelas palavras, fui praticamente obrigado a escrever este texto.
Não foi apenas um discurso. Foi poesia viva, dessas que nascem do chão batido, atravessam a lama e chegam aos grandes palcos sem pedir licença. A prefeita Dai, da cidade de Gandu, transformou o microfone em verso e o coração em livro aberto ao se dirigir ao presidente Lula.
Com a voz carregada de emoção e verdade, Dai não falou só por si. Falou em nome das Dayanas, das Marias, dos Joãos. Falou pelos filhos e filhas do povo, pelas empregadas domésticas, pelos operários, pelos garis, por todos aqueles que sempre precisaram lutar mais para chegar onde poucos chegavam. Cada frase era um pedaço de vida. Cada palavra, uma memória costurada com dignidade.
Mulher negra, nascida na roça, criada na favela, filha de mãe solteira, Dai contou sua trajetória como quem recita um poema que não cabe no papel. Lembrou da infância marcada pelo barro nos pés, da sacola amarrada para não sujar a lama a caminho da escola, dos sonhos que pareciam grandes demais para aquele cenário. E ali, diante do presidente, esses sonhos estavam vivos, de pé, governando uma cidade.
Ela agradeceu pelas políticas públicas que abriram portas onde antes só existiam muros. Pelas universidades públicas que acolheram os filhos do povo. Por acreditar que o filho do pobre tinha, sim, o direito de ocupar os mesmos espaços que o filho do rico. E afirmou, com humildade e consciência histórica, que se hoje é prefeita, é porque essa missão precisa continuar: a missão de resgatar vidas, de não deixar ninguém para trás.
Dai disse em voz alta o que muita gente sente em silêncio. Que Lula já está eternizado no coração do Brasil, sobretudo no coração de quem foi resgatado da margem da pobreza. Que ele não vive para si, vive para os outros. Vive para nós.
E no fim, depois de agradecer, depois de transformar gratidão em poesia, Dai pediu apenas um presente. Não pediu obra, não pediu recurso, não pediu promessa. Pediu um gesto.
Com a simplicidade de quem nunca esqueceu de onde veio, encerrou pedindo um abraço. Um abraço que simboliza o encontro entre a história pessoal e a história do país. Um abraço que vale mais do que qualquer discurso, porque carrega dentro dele o passado sofrido, o presente de conquistas e a esperança teimosa de quem ainda acredita que política também pode ser afeto.
Deus abençoe sempre vida dele 🙏
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Deus abençoe sempre vida dele 🙏
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Ele é um verdadeiro fura olho não voto mais nele
Alguém tem noticias do GARI DE MEDRADO ( O Tio)!