Reginaldo da Internet e Dr. Deivisson somam 799 votos para deputados estaduais em Valença

O empresário Reginaldo da Internet, coordenador estadual do PV na Bahia, e o Dr. Deivisson, presidente do PV em Valença, também têm números para apresentar quando o assunto é articulação política nas últimas eleições.

A dupla trabalhou em apoio a dois candidatos a deputado estadual. Dr. Pitágoras (PP), que foi eleito, recebeu 513 votos, enquanto Fabíola Manssur (PV), que ficou na suplência, conquistou 286 votos no município.

Somando as duas votações, são 799 votos em Valença, resultado que, segundo o grupo, contou com a participação direta de Reginaldo e Dr. Deivisson.

Reginaldo da Internet já é conhecido nos bastidores da política valenciana por sua atuação e capacidade de articulação. Ao lado de Dr. Deivisson, participou de mais uma disputa eleitoral, desta vez trabalhando com candidatos de partidos diferentes.

E tem um detalhe interessante: enquanto muita gente anda fazendo contas para explicar votações abaixo das expectativas, Reginaldo e Deivisson apresentam os números de sua participação na campanha.

Na política, todo mundo gosta de dizer que tem prestígio. Mas, quando chega a eleição, é a urna que registra os votos!

Os 799 votos obtidos pelos dois candidatos são um resultado que o grupo de Reginaldo da Internet tem motivos para destacar em seu balanço político.

AGRADECIMENTOS

Reginaldo da Internet e Dr. Deivisson fazem questão de agradecer a todas as lideranças políticas, aos amigos, colaboradores e, principalmente, aos eleitores que acreditaram no projeto e caminharam ao lado deles durante a campanha.

A dupla reconhece a importância de cada pessoa que participou dessa caminhada e reafirma seu compromisso de continuar trabalhando, dialogando com a população e contribuindo para o fortalecimento do Partido Verde em Valença e em toda a Bahia.

Ana Fraga mostra força política e consegue 805 votos para Antonio Brito em apenas 60 dias de campanha

A vereadora Ana Fraga vem demonstrando presença na política de Valença, tanto pelo seu trabalho na Câmara Municipal quanto pela capacidade de articulação junto ao seu grupo político.

Nas últimas eleições, Ana participou da campanha do deputado federal Antonio Brito e, em apenas 60 dias de mobilização, conseguiu, segundo informações de seu grupo, articular 805 votos em Valença.

O detalhe que chama a atenção é que essa votação supera até mesmo a quantidade de votos que Ana Fraga recebeu quando conquistou sua cadeira na Câmara Municipal.

E olhem que estamos falando de uma campanha construída em pouco tempo, com o apoio direto de seu próprio grupo político.

Ana também vem desenvolvendo seu trabalho como vereadora, mantendo contato com a população e acompanhando as demandas da comunidade.

A política não se faz apenas com discursos. É preciso estar presente, conversar com as pessoas, construir relações e mostrar serviço.

Os 805 votos atribuídos à articulação de Ana Fraga são um resultado que merece registro, especialmente pelo curto período de campanha.

E fica uma observação do Blog do Pelegrini: quando o político trabalha, o resultado de sua articulação aparece nas urnas. Mas é no dia a dia, atendendo às necessidades do povo, que ele precisa continuar mostrando seu compromisso com a cidade.

Vereadores precisam entender que a prefeitura não é cabide de empregos: quem paga a conta é o povo!

A nota divulgada pela Prefeitura de Valença é preocupante e merece uma reflexão, principalmente daqueles que vivem fazendo da política uma oportunidade de arrumar empregos para seus apadrinhados.

Vejam só a situação: a Prefeitura arrecada cerca de R$ 31 milhões por mês e gasta R$ 25 milhões somente com a folha de pagamento! Sobram R$ 6 milhões para todo o resto. E eu pergunto: como é que o prefeito Marcos Medrado vai administrar uma cidade do tamanho de Valença com tão pouco dinheiro para tantas necessidades?

E aí entra uma questão que precisa ser discutida sem medo: os empregos que vereadores e outras lideranças políticas conseguem dentro da Prefeitura.

O que se comenta é que existem vereadores com uma quantidade impressionante de apadrinhados ocupando cargos na administração municipal. Fala-se até em 300 empregos ligados a determinados grupos políticos. Se isso for verdade, é um absurdo que precisa ser esclarecido!

A Prefeitura não pode virar uma agência de empregos para satisfazer vereadores e cabos eleitorais!

O mais interessante é que o vereador consegue o emprego para o amigo, para o parente, para o cabo eleitoral, recebe os agradecimentos e fica bem na fotografia. Mas, quando falta dinheiro para melhorar uma rua, cuidar de uma praça, pagar um fornecedor ou atender às necessidades da população, quem leva a culpa? O prefeito Marcos Medrado!

É muito cômodo fazer política assim, não é?

O vereador fica com os aplausos de quem conseguiu uma boquinha, enquanto o prefeito fica com as reclamações de uma cidade inteira.

E tem mais: esses políticos precisam entender que ajudar um prefeito não é exigir empregos. É contribuir para que ele tenha condições de trabalhar!

Marcos Medrado tem obras para concluir, ruas para recuperar, serviços para melhorar e uma cidade inteira esperando resultados. Não é justo que o crescimento de Valença fique comprometido para atender aos interesses de grupos políticos.

É hora de dar um basta nessa história de achar que apoio político precisa ser pago com cargos públicos. Cargo na Prefeitura não é moeda de troca, e dinheiro público não é patrimônio de vereador!

Se a gestão precisa reduzir secretarias e cargos para equilibrar as contas, que faça isso com critérios técnicos, transparência e respeito aos trabalhadores. E que comece avaliando os cargos de indicação política, sem prejudicar os serviços essenciais.

Agora, uma puxada de orelha nesses políticos: tenham juízo!

Deixem o prefeito trabalhar! Parem de tratar a Prefeitura como se fosse uma propriedade particular, onde cada um chega com sua lista de protegidos querendo um lugar ao sol.

Porque, no final das contas, o vereador pode até ganhar a gratidão de algumas dezenas de pessoas com seus empregos, mas o prefeito precisa responder pelas necessidades de milhares de valencianos.

Valença não pode deixar de crescer para sustentar o apetite político de quem nunca acha que já tem cargos suficientes!

E fica a pergunta que não quer calar: se quase todo o dinheiro da Prefeitura for consumido pela folha de pagamento, o que vai sobrar para cuidar da cidade?

Pelegrini

Dal garante que se não tivesse investido em Valença ele conseguiria ao menos uns 700 votos dos amigos

Depois da matéria do blog sobre os 938 votos de Dal em Valença, chegou até este blogueiro um comentário atribuído ao deputado: mesmo sem pisar na cidade ou fazer campanha por aqui, ele acredita que teria entre 500 e 700 votos.

Se foi isso mesmo que Dal disse, parece que o deputado também ficou longe de soltar foguete com o resultado. E ainda complicou a matemática do grupão!

Vamos pegar os 700 votos que, pela avaliação atribuída a ele, chegariam sem esforço. Sobram 238. Divididos pelos cerca de 15 apoiadores, dão 15,9 votos por cabeça. É uma conta de brincadeira, claro: urna não entrega recibo dizendo qual liderança trouxe cada eleitor.

Mas, nessa hipótese, a média que antes era de 62,5 votos caiu para menos de 16. Minha gente, desse jeito o grupão deixa de ser uma potência eleitoral e vira uma reunião de condomínio!

Sobre dinheiro colocado na campanha, este blog não tem informação para afirmar valores. Não dá para falar em milhões no escuro. A cobrança aqui é pelo tamanho da turma e pelo resultado que apareceu na urna.

E a pergunta continua rodando entre os caciques: “E aí, tu deu quantos votos?” Agora, pelo visto, com o próprio Dal querendo ouvir a resposta!

O grupão de Dal: muito cacique, só 938 votos e uma média de 62,5 por cabeça!

Depois dos 304 votos de Cláudio Cajado, apoiado por Paulo do Ferro Velho, e dos 86 de Roberto Carlos, apoiado por Jairo, apareceu uma conta que merece calculadora, café forte e uma cadeira para Dal se sentar: 938 votos com um grupão de pelo menos 15 apoiadores em Valença!

Tinha Márcio no comando, Matheus Passos, Carlito dos Cocos, Zeca, Paca, Murilo da Suprema, Cláudio Queiroz, Hilton da Impacto, Vagner de Ramiro e outros nomes. Era tanta liderança que, se cada um levasse uma cadeira, já dava para montar um pequeno congresso. Só faltou combinar com o eleitor!

Dividindo os votos pelos 15 apoiadores, dá uma média de 62,5 por cabeça. E esse meio voto aí deve ser de alguém que entrou na cabine pensando em Dal e saiu pensando em outro!

Claro que essa divisão é só uma brincadeira com os números. Ninguém sabe quantos votos cada um trouxe. Mas, pelo tamanho do grupão, a expectativa era uma carreta carregada de votos. Chegou um carrinho de mão e ainda sobrou espaço!

Pelos números que temos, Dal já rondou os 7 mil votos em Valença, depois ficou perto dos 6 mil e agora estacionou nos 938. Rapaz, isso não foi uma queda: foi uma descida de ladeira com o freio pedindo demissão!

Eu trabalhei nas campanhas anteriores de Dal, junto com outros blogueiros. Recebemos pelo serviço de divulgação e fizemos nosso trabalho. Não somos donos de votos, mas sabemos apresentar candidato, mostrar proposta e conversar com o povo.

Naquele tempo, com os blogs participando, a votação estava na casa dos milhares. Agora, com esse desfile de nomes fortes, ficou abaixo de mil. Não dá para atribuir tudo à comunicação, mas dá para Dal coçar a cabeça e perguntar: “Esse povo estava fazendo campanha ou formando um grupo de WhatsApp?”

Porque, no WhatsApp, é uma beleza: “Bom dia, deputado!”, “Estamos juntos!”, “Conte comigo!”. Na urna, parece que o celular ficou sem sinal!

Dal, na próxima, procure também os blogueiros de Valença e faça uma revisão nesse grupão. Nome conhecido ajuda, mas precisa ter trabalho e conversa com o eleitor. Só aparecer na fotografia não resolve, se resolvesse, álbum de casamento elegia deputado!

Dessa vez, o grupão tinha tamanho de atacado e votação de varejo. E Dal ficou no caixa, procurando o restante da encomenda!

Medrado mobiliza apoiadores para ampliar votação de Lula e reduzir abstenção em Valença

Segundo o prefeito Marcos Medrado, a votação para presidente em Valença manteve praticamente o mesmo cenário da eleição passada, com vitória de Lula. Por isso, o recado é direto: “Aqui a gente não tem que reverter nada. Tem é que aumentar!”

Medrado disse que soube de mudanças no cenário eleitoral de outros municípios e quer evitar que isso aconteça em Valença no segundo turno. Para isso, está convocando um verdadeiro exército de apoiadores, com encontro previsto para esta quinta-feira (8), para organizar a mobilização.

A missão é manter a vantagem, ampliar a votação de Lula e diminuir a abstenção, incentivando quem não compareceu no primeiro turno a ir às urnas.

Segundo o prefeito, o transporte aos locais de votação também será reforçado pela prefeitura, em articulação com a Justiça Eleitoral, para facilitar o acesso dos eleitores.

Medrado já colocou o time em campo. Em Valença, a ordem é mobilizar, levar mais gente às urnas e aumentar o resultado!

ACM Neto: o orgulho pode custar o futuro político

Existe uma máxima que diz: “Se você não pode com seu inimigo, junte-se a ele”. Na minha avaliação, ela cabe direitinho na situação de ACM Neto. Mas parece que o orgulho e a pose de superioridade falam mais alto.

Neto quis conquistar o eleitor que vota em Lula, mas não acompanha o PT na Bahia. Agora, ao se alinhar com Flávio Bolsonaro, corre o risco de afastar justamente esse povo. Afinal, quem gosta de Lula pode até aceitar uma diferença na política estadual, mas não necessariamente aceita caminhar com o bolsonarismo.

Eu vejo o futuro político de Neto cada vez mais apertado. O PT construiu na Bahia um projeto que passa de um governador para outro. Na minha leitura, quem sai deixa obras, alianças e uma bagagem que ajuda o sucessor a continuar. Não é uma estrutura que se derruba apenas com sobrenome e vontade de ser governador.

Será que Neto terá disposição para outra disputa? Eu tenho minhas dúvidas. Pelo caminho que escolheu, acho muito difícil chegar ao governo. A política pode mudar, novos grupos podem surgir, mas esse velho projeto do carlismo, hoje tão dependente dele, parece estar perdendo o fôlego.

Talvez a oportunidade estivesse numa aproximação com Lula, construída lá atrás, com diálogo e menos arrogância. Quem sabe uma aliança futura pudesse abrir espaço para disputar o Senado e reconstruir sua força? Isso é uma hipótese minha, claro. Uma candidatura dependeria de acordo político e, principalmente, do voto do povo.

Até sobre Salvador eu tenho uma interpretação: às vezes, parece que falta ao PT enfrentar o grupo de Neto com toda a força que tem no estado. Não digo que exista um acordo para entregar a prefeitura. Eu gostaria mesmo, era de ver uma disputa mais firme. Por isso não considero garantido que uma eventual volta de Neto à corrida municipal terminasse em vitória.

O avô dele sabia fazer essas leituras. Antonio Carlos Magalhães declarou voto em Lula no segundo turno de 2002, apesar das diferenças políticas. Soube reconhecer o momento e abrir uma ponte com um adversário.

Neto poderia ter aprendido essa lição. Política exige convicção, mas também exige saber conversar e entender o que o povo está dizendo.

Essa é a minha opinião: o carlismo está ficando para trás, e o “netismo” não demonstra a mesma capacidade de se reinventar. Quem insiste em enfrentar uma porta fechada, sem procurar outro caminho, acaba cansando antes de entrar.

Opinião: O Nordeste precisa votar pensando no próprio futuro

Por: Pelegrini

O bolsonarista nordestino acredita que, se Flávio Bolsonaro ganhar, as coisas vão melhorar. Eu fico cá pensando: melhorar para quem? Para o Nordeste, tenho minhas dúvidas — e são grandes!

Na minha avaliação, o governo do pai deixou muito a desejar com a nossa região. E eu não vejo motivo para acreditar que o filho terá um compromisso diferente.

Não vou chamar ninguém de burro por causa do voto, mas acho uma grande falta de senso votar sem cobrar compromisso com o lugar onde a gente vive. O Nordeste merece respeito, investimento e oportunidade.

Por isso, minha escolha é Lula. Voto pensando no nosso povo e no futuro da nossa região. Paixão pela política eu tenho, mas o Nordeste vem primeiro!