Levantamento realizado pela Séculus e divulgado pelo Bahia Notícias nesta sexta-feira (6) mostra que o prefeito de Valença, Marcos Medrado (PV), tem 68,60% de aprovação popular. A pesquisa também aponta 26,17% de reprovação, enquanto 5,23% dos entrevistados não souberam ou preferiram não opinar sobre a gestão municipal.
A Prefeitura Municipal de Cairu informa que o Atracadouro do Morro de São Paulo, assim como os demais atracadouros do Estado da Bahia, é de responsabilidade do Governo do Estado, sendo administrado pela AGERBA (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia). A obra de recuperação estrutural atualmente em execução é realizada pela empresa Tecnocret Engenharia Ltda.
A intervenção faz parte de um contrato do Governo do Estado para recuperação estrutural dos atracadouros do Morro de São Paulo e da Gamboa, conduzido pela SEINFRA (Secretaria de Infraestrutura da Bahia). Durante a execução dos serviços foram identificadas rachaduras e fissuras na área em balanço da estrutura, o que levou a equipe técnica responsável pela obra a recomendar medidas adicionais de segurança, incluindo a necessidade de interdição parcial do píer para continuidade segura da recuperação estrutural.
A Prefeitura de Cairu foi formalmente comunicada sobre a necessidade de interdição parcial do píer no dia 05 de março de 2026, após avaliação técnica apresentada pela empresa responsável pela obra e pela equipe de engenharia do Estado.
Com base nessa avaliação, foi solicitada a interdição parcial do píer fixo do atracadouro pelo prazo estimado de 30 dias, com início previsto a partir de 06 de março de 2026, período necessário para conclusão das intervenções estruturais.
Durante o período da obra, o embarque e desembarque de passageiros e cargas ocorrerão por estruturas auxiliares e pelo atracadouro flutuante, com organização das equipes operacionais de transporte, apoio da empresa Dátoli, da Associação de Carregadores do Morro de São Paulo e suporte da Polícia Militar para organização do fluxo no local.
A Prefeitura de Cairu reforça que não possui gestão ou responsabilidade direta sobre o atracadouro, atribuição do Governo do Estado da Bahia. Ainda assim, o município acompanha a situação e colabora institucionalmente para minimizar impactos à mobilidade de moradores, trabalhadores e visitantes.
Prefeitura diz que contas da educação não fecham, mas números apresentados na tribuna levantaram mais perguntas do que respostas e vereadores decidiram analisar o projeto com mais calma
A sessão da Câmara de Vereadores de Taperoá desta semana parecia mais uma aula de matemática improvisada, feita por um leigo.
O secretário de Finanças foi até a tribuna para explicar o Projeto de Lei que mexe no Estatuto do Magistério e que, segundo ele, seria a única forma de evitar um colapso nas contas da educação.
O discurso foi longo. Muito longo. Tão longo que, em alguns momentos, parecia mais uma maratona de números ditos de memória do que uma apresentação técnica de quem veio provar alguma coisa.
A lógica apresentada pelo secretário é a seguinte: antes o município tinha muitos professores contratados, que custavam menos.
Agora, com o concurso público, os servidores efetivos passaram a ter direitos como férias, décimo terceiro e estabilidade. Resultado: a folha da educação cresceu.
Até aí, nenhuma novidade. Isso acontece em qualquer município que resolve fazer concurso público.
O curioso é que o próprio governo que agora se mostra preocupado com o aumento da folha foi o mesmo que decidiu realizar o concurso.
Mas o ponto alto da fala foi quando o secretário repetiu várias vezes a frase clássica: “Contra números não existe argumento.”
Pois é.
O problema é que os números apresentados pareciam mais uma salada de cifras do que uma demonstração técnica.
Em um momento falou-se em R$ 3,3 milhões de Fundeb por mês. Em outro, a folha aparecia com R$ 3,2 milhões.
Logo depois entravam na conta mediadores que ainda nem foram contratados, progressões salariais que só aconteceriam daqui a três anos e até o décimo terceiro que, segundo o próprio secretário, nem estava incluído no cálculo.
No meio dessa mistura de valores atuais, previsões futuras e contas feitas “de cabeça”, a matemática acabou ficando com mais cara de argumento político do que de relatório financeiro. Até Pitágoras revirou no túmulo.
E como se não bastasse, o secretário ainda resolveu comparar salários de professores de Taperoá com os de outras cidades, afirmando que aqui se paga melhor que em alguns municípios vizinhos.
A tentativa de reforçar o argumento acabou produzindo o efeito contrário. Para muitos professores, a fala soou quase como um aviso: “vocês ganham demais”.
Naturalmente, o clima na Câmara ficou pesado.
No final das contas, a fala do secretário conseguiu uma coisa curiosa: em vez de convencer os vereadores a votar o projeto rapidamente, acabou fortalecendo a decisão de pedir vistas do Projeto de Lei.
Traduzindo do juridiquês para o português claro: os vereadores decidiram parar, respirar e olhar o projeto com mais calma.
Durante a sessão, o vereador conhecido como Tiririca também entrou no debate e deixou claro que não vê motivo para qualquer tentativa de acelerar a tramitação do projeto.
Segundo ele, o próprio regimento da Câmara já prevê prazo de até 15 dias para análise após o pedido de vistas.
Mais do que isso, o vereador foi além e declarou voto contra qualquer tentativa de “quebra de interstício”, afirmando que é favorável à retirada de pauta e até ao arquivamento do projeto.
Em outras palavras, enquanto o governo tenta convencer que o projeto é urgente, dentro da própria Câmara já há quem defenda que ele nem deveria sair da gaveta.
Porque quando um projeto chega cercado de polêmica, professores mobilizados e uma matemática que muda de valor a cada cinco minutos, o mínimo que se espera é que as contas sejam feitas com calma e de preferência em uma planilha, não no improviso da tribuna.
No fundo, o recado que ficou no ar foi simples.
A prefeitura pode até ter um problema fiscal real para resolver. Isso acontece em muitos municípios.
O que ainda não ficou provado é que a solução para esse problema precisa necessariamente passar por um projeto que cria regras diferentes dentro da mesma carreira do magistério.
E enquanto essa conta não fechar de verdade, a Câmara fez o que a política costuma fazer quando a matemática aparece meio confusa: puxou o freio de mão.
O prefeito Marcos Medrado esteve nesta quarta-feira (04) nas comunidades da Colônia e Capela, na região do Orobó, em Valença, acompanhado dos secretários Gerson Guimarães (Educação) e Riselson Alves (Estradas e Rodagens).
A visita atendeu a um pedido dos moradores e teve como objetivo verificar de perto as condições das estradas vicinais e das escolas da localidade.
Durante o percurso, a comitiva avaliou trechos críticos das vias e a infraestrutura das unidades escolares.
Segundo o prefeito, os serviços de recuperação das estradas já foram autorizados e devem começar assim que o clima permitir.
De acordo com o secretário Riselson Alves, a região do Orobó possui cerca de 350 quilômetros de estradas vicinais, sendo que 120 quilômetros já receberam serviços de patrolamento e encascalhamento, o equivalente a 34% da malha viária.
A iniciativa faz parte das ações da gestão municipal para melhorar a infraestrutura rural e garantir melhores condições de acesso, transporte escolar e qualidade de vida para as comunidades.
Taxa de esgoto não é castigo: é investimento em saúde, meio ambiente e no futuro de Valença
Sempre que aparece a palavra “taxa”, muita gente já torce o nariz antes mesmo de entender do que se trata. Em Valença não foi diferente com a Tarifa de Serviços de Esgotamento Sanitário (TSES). Mas é preciso colocar as cartas na mesa e explicar uma coisa simples: não existe saneamento sem investimento.
Durante muitos anos, o sistema de esgotamento sanitário da cidade funcionou praticamente sem uma fonte própria de custeio. Ou seja, o serviço existia, mas quem acabava pagando a conta era a própria tarifa de água, que subsidiava o sistema. Resultado: faltaram recursos para manutenção, expansão e recuperação de estruturas importantes.
Agora o município instituiu a cobrança da tarifa de esgoto com um percentual de 40% sobre a tarifa de água. Para quem não sabe, em cidades vizinhas atendidas pela Embasa essa cobrança pode chegar a 80%. Ou seja, Valença está adotando um índice menor, buscando manter o serviço funcionando sem pesar excessivamente no bolso do cidadão.
E é importante deixar claro: a cobrança da tarifa não é invenção de Valença. Ela está prevista na Resolução nº 13 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que autoriza a cobrança sempre que houver pelo menos coleta e transporte do esgoto, serviços que já demandam custos operacionais e manutenção constante.
O diretor do SAAE, João Batista Bittencourt, explica que o objetivo da medida é justamente corrigir uma distorção histórica.
Segundo ele, os recursos arrecadados serão utilizados para manter o sistema funcionando, adquirir equipamentos, ampliar a cobertura e recuperar estruturas importantes, como as Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) que há anos estão sem operar adequadamente.
E aqui entra outro ponto importante: a tarifa também tem caráter social.
O decreto municipal nº 6.168/2026 estabelece que não pagarão a taxa:
famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico
idosos com 65 anos ou mais
pessoas com deficiência
beneficiários do BPC
Além disso, imóveis que não estão ligados à rede de esgoto ou localizados em áreas sem cobertura do serviço também não serão cobrados.
Ou seja, a cobrança não é generalizada nem cega. Existe um cuidado para proteger quem mais precisa.
O dinheiro arrecadado será investido na recuperação do sistema de esgotamento sanitário, na melhoria da captação e tratamento de água e também em ações que buscam evitar o despejo de esgoto nos rios e mananciais, incluindo o Rio Una, que é fundamental para o abastecimento da cidade.
No fim das contas, a pergunta que precisa ser feita é outra: quanto custa não ter saneamento?
Custa rios poluídos, doenças, mau cheiro, degradação ambiental e atraso no desenvolvimento urbano.
Saneamento básico não aparece tanto quanto uma praça nova ou uma rua asfaltada. Mas é ele que sustenta a saúde de uma cidade inteira.
E quando o sistema funciona bem, quem ganha não é o governo.
De vez em quando o jornalismo nos brinda com fenômenos curiosos. Um deles aconteceu recentemente quando o site BNews resolveu publicar como se fosse novidade um assunto que já circulava no noticiário desde março de 2025.
O tema envolve a Prefeitura de Cairu e um processo que tramita no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), referente à contratação de um escritório de advocacia para atuar na recuperação de créditos do FUNDEB.
A reportagem apareceu agora com aquele ar de “olha o escândalo!”, mas quem acompanha minimamente o assunto percebeu rapidamente que a história já tinha rodado nas manchetes há mais de um ano. Em março de 2025, inclusive, o próprio TCM já havia divulgado decisão cautelar sobre o caso e diversos veículos repercutiram o tema.
Ou seja, o que surgiu agora no noticiário não era exatamente uma novidade. Era mais para um “vale a pena ver de novo” do jornalismo político.
Nada contra relembrar fatos, claro. A memória é importante. O problema é quando a lembrança aparece travestida de furo de reportagem, como se o caso tivesse acabado de nascer naquela manhã ensolarada de pauta.
Enquanto isso, a Prefeitura de Cairu tratou de esclarecer a situação por meio de nota oficial. Segundo a gestão municipal, a contratação foi feita por inexigibilidade de licitação para tentar recuperar cerca de R$ 4,2 milhões em créditos do FUNDEB, com contrato baseado na chamada cláusula de êxito. Traduzindo: o escritório só receberia honorários se conseguisse recuperar os recursos.
O prefeito Hildécio Antônio Meireles Filho também afirmou que não houve qualquer pagamento por parte do município relacionado a esse contrato e informou que o vínculo com o escritório já foi encerrado.
No fim das contas, o episódio serviu mais para revelar uma curiosidade editorial: aparentemente, em algum momento da apuração, alguém esqueceu de olhar a data da notícia.
Coisas da correria das redações digitais. Quando a pauta vem com pressa demais, às vezes a notícia sai do forno… com um ano de idade.
Mas fica a dica amistosa aos colegas: antes de apertar o botão “publicar”, vale sempre conferir se a matéria é quente mesmo… ou se está apenas requentada no micro-ondas da internet.
O concurso público realizado no município de Taperoá, no Baixo Sul da Bahia, continua sob análise do Ministério Público da Bahia (MP-BA) após denúncias de supostas irregularidades e possível favorecimento de candidatos.
A denúncia, que ganhou repercussão nos últimos dias, aponta indícios de quebra do princípio da impessoalidade, com alegações de que candidatos com vínculos políticos ou proximidade com integrantes da gestão municipal teriam obtido notas consideradas atípicas.
Também foram questionados critérios de correção, transparência no julgamento de recursos e a atuação da banca organizadora do certame.
Diante das denúncias, o MP-BA decidiu não arquivar o caso de imediato. O órgão concedeu prazo para que a Prefeitura de Taperoá, sob gestão da prefeita Kitty Guimarães, além da Secretaria de Administração e da empresa responsável pela organização do concurso, apresentem esclarecimentos detalhados.
Entre os documentos solicitados estão relatórios completos sobre os recursos interpostos, critérios de avaliação e justificativas técnicas adotadas no processo seletivo.
Até o momento, não há decisão judicial suspendendo ou anulando o concurso. O certame permanece válido enquanto as apurações seguem em curso.
Também não foi localizada, até agora, manifestação oficial pública da Prefeitura esclarecendo os pontos levantados na denúncia.
A ausência de posicionamento tem gerado questionamentos entre candidatos e moradores do município, que aguardam uma resposta formal da gestão.
O próximo passo dependerá da análise dos documentos que forem apresentados ao Ministério Público. A depender do que for apurado, o órgão poderá arquivar o procedimento, recomendar ajustes, propor medidas administrativas ou até ingressar com ação judicial, caso identifique irregularidades.
O caso segue em acompanhamento e novas informações devem surgir após a conclusão da fase inicial de análise por parte do MP-BA.
Hoje assisti à estreia do Pod Cast Café Amargo, capitaneado por Leno Assis, figura conhecida aqui na região pelo talento de marqueteiro político.
Na bancada, ao lado dele, a jornalista Cíntia Kelly e João Spínola compondo o trio inaugural da cafeína opinativa.
Leno tem currículo. Já esteve nas campanhas de Martiniano Costa e Jucélia Nascimento. Não venceram, é verdade, mas também não saíram chamuscados. Perderam com dignidade, o que no mundo político já é quase um troféu de consolação.
Durante a entrevista, houve pontos em que concordei com Leno, especialmente quando falou sobre ACM Neto. Até aí, café forte, conversa fluindo. O problema foi quando o amargor subiu à cabeça e a Sufotur virou, na fala dele, caso de Polícia Federal. Sem prova, sem documento.
Disse que tem dinheiro saindo pelo ladrão, que governo não deveria gastar com festa, que isso não é papel do Estado nem das prefeituras. Curioso.
O lazer é direito social previsto na Constituição. Festa, cultura e evento não são capricho carnavalesco, são política pública. Ou será que agora vamos decretar luto permanente e suspender todos os eventos do país?
João Spínola entrou no embalo e afirmou que a Sufotur, além de fazer festas, ainda “faz prefeitos” no interior e na região metropolitana, citando Valença e Camaçari.
Uma tese interessante. Especialmente vindo de quem apoiou Jairo e acabou ficando na terceira suplência para vereador e viu seu candidato a prefeito terminar atrás até dos votos brancos e nulos.
E então veio o momento curioso da noite: Leno questionou por que Diogo Medrado teria coordenado as campanhas de Caetano em Camaçari e de Marcos Medrado em Valença, insinuando que ele “não entende nada de política”. A ironia é que justamente essas campanhas foram vitoriosas.
Levei o corte ao prefeito Marcos Medrado, que pediu apenas para lembrar aos comentaristas que não usou a Sufotur em Valença.
Segundo ele, todos os eventos realizados no município foram pagos com recursos próprios da prefeitura. Transparência não combina muito com teorias conspiratórias, mas ajuda bastante quando o assunto é fato.
No mais, seguimos desejando sucesso ao Café Amargo. Debate é sempre saudável. Só convém dosar o açúcar das certezas absolutas e reduzir o excesso de cafeína acusatória.
Porque quando a opinião passa do ponto, o gosto que fica não é de crítica afiada, é de precipitação mal filtrada.
Eu te entendo, viu Lúcio? A questão é que isso vem sendo arrastado desde o início de 2025, quando o…
A questão não é a taxa em si. É a desproporcionalidade da cobrança inesperada que afeta o orçamento das familias…
Existem católicos e evangélicos de esquerdas que não gostaram agora is extremistas de esquerdas que gosta esperem o resultado.
Beleza precisava mesmo
Só Precisa mudar o nome de Rua Alagoas para Rua Oceano, kkkkkk obras administrada por Engenheiro da Shopee só dá…
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