A Festa de Cairu voltou a mostrar por que é um dos momentos mais esperados do calendário cultural do município. E quem resume bem esse espírito é o próprio prefeito Hildécio Meireles, um gestor que faz questão de respeitar, preservar e manter vivas todas as tradições e festas do arquipélago.
Em depoimento, o prefeito celebrou o sucesso do evento e destacou a energia contagiante que tomou conta da sede do município. “A Festa de Cairu foi um verdadeiro sucesso. Ver a sede do nosso arquipélago cheia de vida, com muita música, alegria e gente feliz, aquece o coração e renova as energias”, afirmou.
A celebração somou ainda mais animação ao verão, reunindo moradores e visitantes em um clima de confraternização, reencontros e valorização da cultura local. Para além da diversão, a festa cumpriu um papel importante na movimentação da economia, fortalecendo o comércio, o turismo e os pequenos empreendedores da região.
Hildécio Meireles reforçou que o cuidado com as manifestações culturais não é pontual, mas parte de uma política contínua de valorização da identidade cairuense. “Seguimos trabalhando para fortalecer nossa cultura, movimentar a economia local e espalhar alegria por todo o arquipélago”, destacou.
A Festa de Cairu, mais uma vez, confirmou que tradição não se guarda em prateleira. Em Cairu, ela vai para a rua, sobe no palco, ecoa nos sorrisos e segue viva graças a uma gestão que entende que cultura é patrimônio, é pertencimento e é futuro.
A comunidade de Taperoá viveu um momento de intensa emoção e espiritualidade durante a missa em ação de graças pela recuperação da saúde de Ticiano Mattos.
A celebração aconteceu na Igreja de São Judas Tadeu, espaço carregado de significado, erguido com o empenho direto de Ticiano e da própria comunidade, tijolo por tijolo, fé por fé.
Após quatro meses afastado da cidade, período em que enfrentou um delicado problema de saúde e precisou passar por uma cirurgia no coração, Ticiano retornou a Taperoá para agradecer pela vida e pelo restabelecimento.
Sua volta foi sentida como um reencontro necessário. Político admirado pelo povo taperoense, Ticiano fez muita falta nesses dias em que esteve cuidando da saúde, não apenas pela atuação pública, mas pela presença humana, próxima e solidária que sempre marcou sua trajetória.
A igreja ficou lotada por familiares, amigos e fiéis, num gesto coletivo de gratidão, carinho e oração. A missa foi celebrada pelo pároco Raimundo, que durante a homilia falou sobre a força da fé nos momentos mais difíceis e sobre a importância da Igreja como lugar de acolhimento, cuidado e caminhada conjunta, especialmente quando a dor bate à porta.
Um dos momentos mais tocantes foi o depoimento da esposa de Ticiano, dona Lisangela Mattos. Com a voz embargada, ela relembrou os dias duros do tratamento e destacou a fé como alicerce para atravessar a tempestade. “Foram dias e noites ao lado dele, enfrentando tudo com coragem. Precisei ser mãe, esposa e ajudadora, sempre acreditando que tudo iria ficar bem. A fé foi o que nos manteve de pé”, afirmou, emocionando a todos.
Ao lado da família, Ticiano acompanhou a celebração visivelmente comovido, recebendo abraços, palavras de incentivo e muitas orações.
Para a comunidade, a missa simbolizou mais do que a recuperação de sua saúde. Representou a união do povo, a força da solidariedade e a certeza de que, quando a fé caminha junto, ninguém atravessa a dor sozinho.
A ação de graças marcou a Igreja de São Judas Tadeu não apenas como espaço de oração, mas como cenário de uma história viva de gratidão, esperança e amor à vida, que ficará guardada na memória de toda Taperoá. (Com informações da TV Costa do Dendê).
Rogério ao lado do parceiro em Valença, Victor e do seu assessor Danilo, aqui, na Sorveteria Pelegrini
O deputado estadual Rogério Andrade esteve hoje em Valença com notícia boa de verdade. Durante visita à Santa Casa de Misericórdia de Valença, confirmou a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil para custeio da instituição. E não é promessa em papel não. O recurso já está na conta do hospital.
Recebido pelo provedor, doutor Marcelo Cabral, o deputado ouviu palavras de reconhecimento. O médico destacou a parceria constante, disse que é uma honra recebê-lo e fez aquele pedido que todo hospital gosta de repetir quando a ajuda é séria: que o apoio continue por muitos e muitos anos.
Rogério Andrade foi direto ao ponto. Disse que usar o mandato para viabilizar recursos como esse é gratificante, porque o dinheiro vira atendimento, cuidado e dignidade para quem mais precisa. Especialmente para quem não tem plano de saúde e não pode pagar consulta particular.
Valença ganha e a região também. Mais estrutura, mais fôlego para a Santa Casa e um compromisso renovado do deputado, que garantiu seguir trabalhando para ampliar investimentos, não só na instituição, mas em todo o entorno.
E como política também tem lado humano, depois do almoço o deputado ainda fez questão de passar por aqui, provou nossos sorvetes, aprovou com sorriso e seguiu viagem rumo à capital baiana. Saúde reforçada, visita registrada e paladar satisfeito.
Andaram por aí perguntando a Marcos Medrado sobre o sumiço das geladeiras, bicicletas, fogões e televisores que a Rádio Valença FM costumava sortear para os ouvintes. A maldade vinha temperada com insinuação: depois que Medrado virou prefeito, pronto, acabou-se a farra dos prêmios.
Medrado, sem perder tempo e sem comprar a narrativa, cobrou logo das donas da emissora: “E aí, cadê as promoções?”. Resultado? Um retorno daqueles de fazer fila no quarteirão. Foram mais de 200 bicicletas de boa qualidade, 100 TVs de 60 polegadas, 100 fogões de cinco bocas com acendedor automático e 50 geladeiras capazes de causar recalque em qualquer cozinha de classe média. Um verdadeiro festival do eletrodoméstico.
Pra devolver a provocação com sorriso de canto de boca, Medrado agradeceu a “cobrança do pirú” e soltou a ironia: a Valença FM só não sai pelas ruas distribuindo algodão-doce e pirulito pras crianças, tentando tapear os pais na esperança de trocar doce por voto. De resto, tá tudo em dia.
E arrematou com o óbvio que alguns fingem não enxergar: ao longo da sua história, a Valença FM já distribuiu milhões em prêmios na cidade. Isso não é novidade, é programa social da casa, parte da vida do valenciano. Uma emissora que serve, informa e cresce porque foi construída com a audiência de quem sempre esteve do outro lado do rádio. 📻✨
Moral da história: quem tentou plantar suspeita acabou colhendo promoção. E em Valença, quando a inveja faz barulho, o sorteio responde com geladeira.
Enquanto alguns adversários do prefeito Marcos Medrado passaram meses repetindo, quase como um mantra, que a educação de Valença “ia de mal a pior”, a realidade resolveu atravessar o caminho dessa narrativa com a força dos fatos. E fatos, quando chegam, não pedem licença.
A Prefeitura de Valença, por meio da Secretaria Municipal de Educação, acaba de anunciar a convocação para matrícula de novos alunos da rede municipal de ensino para o ano letivo de 2026, algo que, convenhamos, não combina muito com a ideia de terra arrasada que certos críticos insistiam em pintar.
A pergunta que ecoa pelas ruas, grupos de WhatsApp e mesas de bar é simples e direta: como fica agora a cara desses opositores diante dessa resposta concreta da gestão municipal? Se a educação estivesse realmente em queda livre, haveria procura crescente, organização de matrículas e planejamento para receber novos estudantes?
O período de matrícula acontece de 19 a 30 de janeiro, e os pais ou responsáveis devem comparecer à unidade escolar dentro do prazo estabelecido, munidos de toda a documentação exigida. Entre os documentos necessários estão: – xerox da certidão de nascimento, casamento ou carteira de identidade do aluno; – duas fotos 3×4 recentes; – histórico escolar original ou atestado escolar devidamente preenchido e autenticado; – xerox da carteira de identidade do responsável legal; – comprovante de residência; – e, para beneficiários de programas sociais, xerox do cartão de auxílio governamental, além de outros documentos que poderão ser solicitados.
A Secretaria Municipal de Educação também orienta que ninguém deixe a matrícula para a última hora, evitando transtornos e garantindo a vaga do estudante para o próximo ano letivo.
No fim das contas, o contraste é evidente. De um lado, discursos apressados tentando vender fracasso. Do outro, uma prefeitura que organiza, planeja e abre as portas das escolas para novos alunos. A educação de Valença pode até enfrentar desafios, como qualquer rede pública do país, mas os números, os atos administrativos e a procura da população mostram que o cenário real é bem diferente do alarmismo político.
E assim, mais uma vez, a gestão responde não com gritos, mas com ações.
O prefeito Hildécio Meireles visitou nesta semana a requalificação da Secretaria de Promoção Social de Cairu, um espaço que vai muito além de paredes reformadas: simboliza cuidado, acolhimento e respeito com quem mais precisa do poder público.
Durante a visita, Hildécio destacou que ver o local renovado, mais digno e preparado para atender a população, reforça um dos pilares centrais de sua gestão: a atenção às pessoas. Para o prefeito, políticas públicas eficientes começam justamente onde o cidadão mais vulnerável busca apoio.
A requalificação da Secretaria de Promoção Social faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da rede de assistência social do município. O objetivo é garantir que cada atendimento seja feito com mais estrutura, humanidade e sensibilidade, oferecendo não apenas serviços, mas também dignidade.
Ao longo de sua gestão, Hildécio Meireles tem mantido uma postura firme de valorização do social, entendendo que governar não é apenas executar obras físicas, mas também cuidar de gente. A atenção às famílias, às pessoas em situação de vulnerabilidade e aos que mais precisam segue como prioridade.
“Seguimos trabalhando para fortalecer a rede de assistência social e garantir que cada cidadão de Cairu se sinta cuidado e amparado”, destacou o prefeito.
A iniciativa reafirma que, em Cairu, o desenvolvimento caminha lado a lado com o compromisso social, mostrando que uma gestão pública eficiente também se mede pelo cuidado com as pessoas.
Existe uma regra básica na convivência entre países: fronteira não é sugestão. Soberania não é opinião. Mas, quando se trata dos Estados Unidos, essa regra costuma entrar em modo avião.
A pergunta é simples e incômoda: quem autorizou os EUA a decidir que o presidente da Venezuela deve sair de cena? A resposta honesta é ainda mais desconfortável: ninguém.
Nem a Organização das Nações Unidas, guardiã formal do direito internacional. Nem o Congresso dos Estados Unidos, que pela Constituição americana deveria dizer quando há guerra ou uso de força.
Mesmo assim, Washington age. E age com a naturalidade de quem se considera juiz, júri e executor.
O argumento muda conforme o vento: ora é combate ao narcotráfico, ora é defesa preventiva, ora é a tese conveniente de que Nicolás Maduro “não é legítimo”.
Curioso como a legitimidade alheia sempre depende do alinhamento político com a Casa Branca.
Se o governante obedece, é “aliado”. Se resiste, vira “ameaça”.
Esse tipo de lógica é perigoso não só para a Venezuela, mas para qualquer país que ainda acredita que tratados internacionais não são papel descartável.
Porque, se basta um governo poderoso declarar que outro presidente é ilegítimo, nenhum mandato está seguro. Hoje é Caracas. Amanhã, quem garante?
A ONU, com todos os seus defeitos, existe justamente para evitar esse tipo de faroeste diplomático. Quando ela é ignorada, o recado ao mundo é claro: a lei vale enquanto for conveniente.
E dentro dos próprios Estados Unidos, o roteiro também é torto. Presidentes americanos se escondem atrás do título de “Comandante-em-Chefe” para driblar o Congresso, transformar exceção em regra e empurrar decisões graves goela abaixo dos representantes eleitos.
Depois, quando o estrago está feito, pedem compreensão. Ou silêncio.
O mais grave não é só a ilegalidade. É o precedente. Um mundo onde potências se autorizam sozinhas a derrubar governos não é mais um sistema internacional.
É um tabuleiro inclinado, onde alguns jogam com dados viciados e outros apenas torcem para não serem os próximos.
No fim das contas, a pergunta não é se Maduro agrada ou desagrada. A pergunta é outra, bem maior: quem controla quem se acha dono do mundo?
Porque quando a força substitui o direito, a democracia vira discurso decorativo e a soberania passa a valer menos que a vontade de quem tem mais armas.
E isso, gostem ou não, deveria preocupar todo mundo.
Quando falamos em eleições, normalmente pensamos em candidatos, propostas e debates. Mas o ciclo eleitoral de 2026 traz um elemento novo, silencioso e cada vez mais presente: a Inteligência Artificial. Não como protagonista explícita, mas como uma força que atua nos bastidores, influenciando a forma como informações circulam e chegam até as pessoas.
A Inteligência Artificial já organiza grande parte do que vemos no dia a dia. Ela define quais conteúdos aparecem primeiro nas redes sociais, sugere vídeos, filtra notícias e aprende continuamente com o comportamento dos usuários. É natural que essa mesma lógica também alcance o ambiente eleitoral.
Na prática, a IA permite analisar grandes volumes de dados e identificar padrões de interesse, linguagem e reação do público. Isso torna a comunicação mais eficiente, mas também mais segmentada. Cada grupo pode receber mensagens diferentes, adaptadas ao seu perfil. Quando isso acontece, o debate público tende a se fragmentar, e a sociedade passa a discutir temas semelhantes a partir de informações distintas.
Outro ponto que merece atenção é o avanço dos conteúdos artificiais. Hoje já é possível criar vídeos e áudios extremamente realistas, capazes de simular falas e imagens de pessoas reais. Quando usados de forma inadequada, esses recursos podem gerar confusão, desinformação e insegurança. O maior risco não está apenas na informação falsa, mas na perda de confiança. Quando tudo pode ser questionado, inclusive o que é verdadeiro, o ambiente democrático se fragiliza.
Ao mesmo tempo, é importante destacar que a Inteligência Artificial não é apenas um fator de risco. Ela também pode ser parte da solução. Sistemas baseados em IA já são utilizados para identificar comportamentos suspeitos na internet, como redes automatizadas de disseminação de conteúdo ou ações coordenadas de desinformação. Quando bem empregada, a tecnologia pode ajudar a proteger a integridade do processo eleitoral.
O desafio está no equilíbrio. A tecnologia avança em ritmo acelerado, enquanto regras e práticas institucionais ainda estão em construção. Mais do que proibir ou restringir, o caminho passa por transparência, responsabilidade e governança. É preciso criar parâmetros claros para o uso da IA, sem comprometer a inovação nem a liberdade de expressão.
Nesse contexto, o papel do cidadão se torna ainda mais relevante. Desenvolver senso crítico, checar fontes e desconfiar de conteúdos sensacionalistas passa a ser uma atitude essencial. Em um ambiente digital sofisticado, a consciência informacional deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade democrática.
A Inteligência Artificial não escolhe candidatos, mas influencia caminhos. Ela amplia vozes, acelera narrativas e exige maturidade institucional e social para ser utilizada de forma responsável. As eleições de 2026 serão um teste importante de como tecnologia, democracia e sociedade conseguem caminhar juntas.
Mais do que uma discussão política, trata se de uma reflexão sobre confiança pública, informação de qualidade e o futuro da cidadania em um mundo cada vez mais digital.
Wenderson Brito* é Especialista em Gestão Pública, Governança e Inteligência Artificial aplicada à Administração.
Autor do e book “Modernização no Setor Público: Digitalizando Processos para uma Gestão Eficiente”, um guia prático voltado para gestores e equipes públicas que desejam incorporar tecnologia e inovação na rotina administrativa.
Acesse gratuitamente pelo link abaixo: 🔗 https://gamma.app/docs/-lq5evhyyaamqgns
janeiro 9, 2026 às 4:28 pm Excelente texto! Mas, tem babacas que não entendem o que é soberania ou não…
Excelente texto! Mas, tem babacas que não entendem o que é soberania ou não querem entender! Esses imbecis são os…
Reflexão pertinente sobre um tema cada vez mais presente. Os avanços tecnológicos pedem análise cuidadosa, responsabilidade e diálogo.
Obrigado Jorge!
Boa noite falou a mais pura verdade estou contigo e não abro
janeiro 9, 2026 às 4:28 pm Excelente texto! Mas, tem babacas que não entendem o que é soberania ou não…
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